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Jubileu 2025. Mons. Gaid: conversão, reconciliação e direitos das crianças

"O Ano Santo reflete a universalidade da Igreja católica" e "nos convida a abrir todas as portas e fronteiras entre as pessoas, entre as nações, e a abrir, ou melhor, escancarar todas as portas do egoísmo, do individualismo e do materialismo que cegam nossa humanidade". E se Roma "é novamente chamada a se tornar a capital do mundo", o verdadeiro jubileu "no entanto, é pessoal", afirma o ex-secretário pessoal do Papa Francisco e presidente da Associação Menino Jesus do Cairo, mons. Joannis Gaid

Vatican News

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"O Jubileu é para a Igreja católica um ano de conversão, penitência, reconciliação, reflexão e de renovação material e espiritual"; é também um "Ano Santo" porque "também se destina a promover a santidade da vida e a sacralidade de toda vida humana".

Foi o que disse o ex-secretário pessoal do Papa Francisco e presidente da Associação Menino Jesus (Bambino Gesù) do Cairo Onlus, mons. Joannis Lahzi Gaid, falando na quarta-feira, 23 de fevereiro, em Roma na mesa redonda "O Jubileu chama: Roma responde", onde foi discutido o importante evento que a capital italiana aguarda para 2025.

O verdadeiro jubileu "é pessoal"

"O Ano Santo - acrescentou Gaid - reflete a universalidade da Igreja católica" e "nos convida a abrir todas as portas e fronteiras entre as pessoas, entre as nações, e a abrir, ou melhor, escancarar todas as portas do egoísmo, do individualismo e do materialismo que cegam nossa humanidade". E se Roma "é novamente chamada a se tornar a capital do mundo", o verdadeiro jubileu "no entanto, é pessoal".

Fraternidade humana, um compromisso para todos nós

Recordando o Documento sobre a Fraternidade Humana assinado em 2019 pelo Santo Padre e o Grão Imame de Al-Azhar Ahmed Al Tayeb, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, mons. Gaid evidenciou: "A fraternidade humana é um compromisso para todos nós".

Daí, a importância de tutelar os direitos fundamentais das crianças: o direito de crescer em um ambiente familiar, à alimentação, à educação e à assistência, "um dever da família, mas também da sociedade" e deve ser garantido a todas as crianças do mundo.

Associação nasce do documento sobre Fraternidade Humana

Mons. Gaid ilustrou então as atividades da Associação Menino Jesus no Cairo, nascida "do seio do Documento sobre a Fraternidade Humana". Agora, disse por fim o sacerdote copta católico egípcio, "estamos realizando dois projetos: o Oásis da Piedade e o Hospital Menino Jesus de Mulheres e Crianças".

"Roma precisa de um projeto que una os romanos em torno de um sonho, um objetivo comum que vá além da territorialidade e reflita a universalidade de Roma inspirada por princípios de solidariedade, tolerância e um senso comum de cooperação", concluiu.

(com Sir)

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25 fevereiro 2022, 14:59