Vigília de oração pelos 21 anos da morte de São João Paulo II
Piotr Kowalczuk
Na Vigília de Oração desta quarta-feira (01/04), em memória dos 21 anos da morte de São João Paulo II, estiveram presentes na Praça São Pedro, o embaixador da Polônia junto à Santa Sé, Adam Kwiatkowski, e o cônsul Bartosz Skwarczyński, da Embaixada da Polônia na Itália. Poloneses residentes em Roma e também turistas compareceram à cerimônia. As orações foram conduzidas pelo ex-secretário de São João Paulo II, o Pe. Paweł Ptasznik, atualmente reitor da Igreja de São Estanislau em Roma.
Hoje, João Paulo II pediria orações pela paz
Em entrevista ao Vatican News, questionado sobre o que o Papa polonês diria hoje aos fiéis, o Pe. Ptasznik expressou a convicção de que, tendo em conta as guerras atualmente em curso no Oriente Médio, na Ucrânia e na África, São João Paulo II, assim como durante o seu pontificado, apelaria pela paz e por orações pela paz, bem como pelo envolvimento nessa intenção de todos aqueles que podem influenciar essa situação trágica: “mas acho que ele também não deixaria de lado temas como a vida espiritual, a vida familiar e a vida em geral, pois eram temas que lhe eram caros; e, acima de tudo, falaria de Cristo, cuja Paixão estamos prestes a reviver, para depois nos alegrarmos com a Sua Ressurreição. O Santo Padre João Paulo II dava grande ênfase para que a vivência da Semana Santa, do Tríduo Pascal, fosse viva, deixando em cada um de nós uma marca de uma relação íntima com Jesus, que morreu por nós”.
A mensagem atemporal de São João Paulo II
Em entrevista ao Vatican News, o embaixador Adam Kwiatkowski expressou alegria pelo fato de os poloneses terem vindo à Praça São Pedro, com bandeiras brancas e vermelhas, para agradecer por esse grande pontificado e pela vida de Karol Wojtyła, por tudo o que ele fez pela Polônia e pelo mundo: “acho que, nestes tempos difíceis, é preciso relembrar sua figura, a de um homem que soube indicar o caminho para a paz, para um mundo em que todos possamos nos sentir seguros e necessários. Sua mensagem é atemporal e necessária também hoje. Nossa presença aqui demonstra o quanto essa figura foi importante, o quanto esse pontificado foi importante e o quanto esse polonês foi importante para todos nós”.
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